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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Salários seguem aquecidos no mercado de TI, mas não em todos os setores

Da Redação IDGNow em 13/06/2017.

A instabilidade econômica afetou em cheio o bolso dos executivos no Brasil. É o que revela levantamento recente realizado pela Michael Page, empresa do  PageGroup. De acordo com o estudo de Remuneração 2017, oito em cada dez cargos analisados apresentaram remuneração estável ou em queda em relação ao mesmo estudo feito em 2015.
“O cenário para o executivo de média e alta gerência é um pouco diferente daquele verificado há dois anos, quando os funcionários ainda conseguiam negociar melhores ganhos. Com a crise, as empresas foram afetadas e muita gente acabou perdendo o emprego. Para se recolocar, estão tendo que negociar mais e, em muitos casos, com salários 10% a 20% inferiores à última ocupação. Quem ficou, não está conseguindo ter ganhos reais”, revela Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page.
Mas o setor de Tecnologia da Informação é um caso à parte. Algumas posições  tiveram incremento salarial devido à forte demanda atual, como segurança da informação, cientista de dados e inteligência de mercado, além das posições de especialistas em desenvolvimento web (iOS, Android) e algumas linguagens (Java, .Net e outras) que se amntiveram aquecidas.
O mercado de e-business, aliás, experimenta uma fase de grande euforia. Tanto que no ano passado a Michael criou uma área específica direcionada apenas em recrutar profissionais com expertise em digital. A instabilidade econômica vivida pelo Brasil não foi impeditiva para que os progressos de negócios em plataformas online se desenvolvessem. Na realidade o cenário é oposto: usar de meios digitais tem sido a principal estratégia de negócios ligados ao varejo para expansão do alcance de suas vendas, bem como uma segunda plataforma de vendas que pode funcionar de maneira mais direcionada ao público-alvo através de promoções ou divulgação direcionada.
Confira alguns salários da área digital nas tabelas abaixo.
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“A procura por profissionais que atuam em projetos digitais e detêm a expertise para aplicar estas ferramentas e estratégias que estão em constante evolução cresceu 35% no primeiro semestre de 2016. A economia dos negócios digitais tende a crescer ainda mais, além ganhar parcela significativa no mercado brasileiro. O Brasil está no radar de empresas inovadoras direcionadas pela tecnologia e as companhias tradicionais têm buscado desenvolver com maior arrojo suas atuações nas plataformas digitais para manter seu market share, mesmo neste novo contexto competitivo”, conta Basaglia.

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Dos 53 cargos listados nessa divisão, é possível apontar alguns destaques. O salário de um head de e-commerce em uma grande empresa, por exemplo, pode chegar a R$ 55 mil. Já um cientista de dados pode chegar a uma remuneração de R$ 45 mil numa companhia de grande porte.
A remuneração média de um gerente de vendas de software em empresa de grande porte passou de R$ 16 mil para R$ 20 mil. Já os diretor es de hardware de empresas de grande porte viram seus rendimentos médios caírem de R$ 32,5 mil para R$ 27,5 mil.
Confira alguns salários da área de TI nas tabelas abaixo.
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Outros fatores que diferenciam os profissionais de TI é o tempo de experiência, a construção de cases de sucesso, o domínio de idiomas e as especializações.
“As principais dicas e informações para profissionais que buscam desenvolver suas carreiras são desenvolver idiomas, incluir cursos que proporcionem uma visão mais estratégica em relação a tecnologia, proatividade em gerar cases de sucesso e resiliência para entender cenários negativos, alta capacidade de trabalhar em equipe ou gerir pessoas, auxiliar no desenvolvimento/coaching da área, dividindo conhecimento, habilidade de comunicação didática para ser um business partner junto às outras áreas, conhecimento de metodologias com Scrum/Agile e principalmente não terceirizar seu desenvolvimento, mas sim procurar sempre estar à frente se capacitando e se desenvolvendo”, enumera Basaglia.
Além do tradicional mapeamento de salários, neste ano a Michael Page entrou em contato com mais de 3 mil profissionais de todo o Brasil para entender quais são suas reais impressões sobre o mercado atual. A empresa procurou saber como os profissionais enxergam sua carreira, a posição do empregador no seu desenvolvimento profissional e outros fatores que completam a remuneração.
O setor de tecnologia emprega atualmente cerca de 1,3 milhão de profissionais no Brasil. De acordo com a estimativa feita pela indústria de software e serviços, nos próximos quatro anos o país vai precisar de 750 mil profissionais para a área, dado que confirma a grande movimentação no mercado de trabalho brasileiro.

sábado, 10 de junho de 2017

Déficit de profissionais de cibersegurança deve chegar a 3,5 milhões em 2021


Um novo relatório divulgado pela Cybersecurity Ventures estima que haverá 3,5 milhões de vagas na área de segurança cibernética em 2021, na comparação com 1 milhão de postos de trabalho abertos no ano passado. Grande parte dessas vagas, porém, não será preenchida devido ao déficit de profissionais na área. As taxas de emprego nos Estados Unidos e na Índia comprovam a crise de mão de obra em cibersegurança.

Neste ano, o número de empregos em segurança cibernética nos EUA deve chegar cerca de 780 mil, sendo que aproximadamente 350 mil vagas foram abertas recentemente, de acordo com o CyberSeek, projeto apoiado pela National Initiative for Cybersecurity Education (NICE), um programa do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, na sigla em inglês), ligado ao Departamento de Comércio dos EUA.

O número atual de vagas em segurança cibernética abertas nos EUA é maior que os 209 mil postos gerados em todo o ano de 2015. Naquele ano, as ofertas de trabalho ficaram acima de 74% em relação aos cinco anos anteriores, de acordo com a Peninsula Press que analisou os números do Birô de Estatísticas do Trabalho dos EUA. Nesse ritmo, o país deve chegar a meio milhão ou mais postos de trabalho em cibersegurança não preenchidos em 2021.

A Associação Nacional das Empresas de Software e Serviços (Nasscom) dos EUA estimou recentemente que a Índia vai precisar de 1 milhão de profissionais de cibersegurança em 2020 para atender às demandas de sua economia em rápido crescimento.

A busca por profissionais de cibersegurança na Índia vai aumentar em todos os setores devido ao crescimento sem precedentes do número de ataques cibernéticos, de acordo com a Nasscom. Apesar de ter o maior arsenal de talentos em tecnologia de informação do mundo, a Índia é pouco provável que consiga formar o número de profissionais suficiente para preencher o gap existente de especialistas em segurança cibernética.

"Cada posição de TI agora é também uma posição de segurança cibernética", de acordo com o relatório Cybersecurity Jobs Report 2017. "Cada profissional de TI, cada operador de tecnologia, precisa estar envolvido com a proteção e defesa de aplicativos, dados, dispositivos, infraestrutura e pessoas", diz o estudo. Se isso for verdade, então a escassez de mão de obra em cibersegurança será pior do que os números sugerem.


A previsão é que os crimes cibernéticos no mundo devem gerar perdas de US$ 6 trilhões em 2021, contra US$ 3 trilhões em 2015. Isso inclui danos e destruição de dados, dinheiro roubado, perda de produtividade, roubo de propriedade intelectual, roubo de dados pessoais e financeiros, desfalque, fraude, interrupção de negócios, investigação forense, restauração e exclusão de dados hackeados e sistemas, entre outros.Custos dos crimes cibernéticos

Por último, mas não menos importante na lista de demandas geradas pelos crimes cibernéticos, está o aumentado da procura por ciber defensores, em um mercado já escasso de talentos. Na verdade, a falta de profissionais de cibersegurança qualificados pode ser o maior risco cibernético entre todos.

O lado positivo dessa falta de especialistas é a oportunidade para provedores de serviços gerenciados de segurança (MSSPs) e, por sua vez, para novos candidatos. Os MSSPs poderão se beneficiar de uma reserva de talentos, sem ter de arcar com o custo de localizar, recrutar e treinar novos profissionais.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Tarefas tradicionais de TI rumam rápido para a extinção

Da Readção, com IDG News Service

Publicada em 15 de maio de 2017 no site CIO.


Lembra do CD-ROMs? Rob Terry sim. Por alguns anos, em meados da década de 1990, ele ajudou a desenvolver discos interativos para várias empresas, incluindo publicações da IDG. O trabalho de Terry era criar versões eletrônicas da revista que se relacionasse com a novidade na qual todos esavam interessados na época: a Internet.
"A promessa dos CD-ROMs era ser uma unidade óptica mágica que resolveria todos os nossos problemas de armazenamento", diz ele. "Na época, a criação de masters era cara e misteriosa. Para os CDs web/híbridos, tínhamos que marcar todos os hiperlinks com a mão dentro do Word e enviar os documentos para uma empresa em Seattle que os analisaria para exibir dentro de um navegador . "
Em seguida, a web decolou como o meio de publicação, transformando instantaneamente discos interativos em discos de plástico brilhantes, para decoração.  Terry  deixou de trabalhar com publicação eletrônica e mergulhou no mundo do e-commerce. Depois, seguiu para a bio-informática, projetando interfaces de usuário para uma ampla gama de clientes. Agora ele é CTO e fundador da Smart Catch, que ajuda a pesca comercial inteligente a gerenciar os peixes que acabam em suas redes de arrasto.
A indústria de TI viu muitas dessas ondas onde a "próxima grande coisa" acabou por ser menor e de vida mais curta do que se esperava, graças às rápidas mudanças tecnológicas. Naquela época, a Internet era o grande fator de mudança. Hoje, a automação e a Inteligência Artificial como um serviço estão fazendo com que alguns trabalhos desapareçam e outros mudem radicalmente de forma.
Aqui está um olhar sobre os tipos de empregos de tecnologia - até mesmo alguns dos mais quentes hoje, como desenvolvedores e cientistas de dados - que poderão um dia encontrar-se na pilha da sucata digital e como você pode evitar entrar em um beco sem saída.
Línguagens mortas 
No passado, a especialização em uma determinada disciplina de tecnologia era quase garantia de emprego. Agora pode ser um bilhete para a aposentadoria involuntária.

"Quando comecei na indústria de TI, fiz um monte de trabalhos em servidores Windows", diz David Cox, CEO e co-fundador da LiquidVPN, um serviço anônimo de rede virtual privada. "A ascensão do Azure e a aquisição do Linux colocou a maioria dos administradores do Windows fora do jogo. Muitos dos meus antigos colegas tiveram que aprender Linux ou mudar inteiramente de área. "
Quanto mais um trabalho estiver ligado a uma linguagem, sistema operacional ou produto específico, mais provável será de se tornar eventualmente obsoleto, observa James Stanger, diretor sênior de desenvolvimento de produtos da CompTIA, uma associação comercial da indústria de TI.
"Os trabalhos de TI que vejo ameaçados são os repetitivos e aqueles que se concentram em apenas um tipo de SO ou sistema de fornecedores", diz ele. "Hoje o jogo não é mais sobre o fornecedor ou o sistema operacional. É sobre onde reside a informação e quão útil você é para armazenar, manipular e proteger as informações. É tudo sobre conectar vários sistemas. "
O exemplo clássico é Cobol, diz Elizabeth Lions, coacher executivo, autor e presidente da Lionsology, uma consultoria de liderança de trabalho. Como os sistemas legados em mainframe permanecem em operação em grandes instituições financeiras, o envelhecimento dos boomers com essas habilidades ainda pode render alguns trocados. Mas há muito menos oportunidades do que antes, e eles não estarão por aí por muito mais tempo.
"Qualquer pessoa com as palavras 'operador de computador' em seu título de trabalho - pessoas que trabalham em mainframes ou lidar com armazenamento em fita - estão começando a desaparecer", ela diz. "Os programadores Cobol estão bem junto com eles. Nós ainda os pagamos generosamente, e quando você precisa de um, você realmente precisa de um. Mas eles estão se tornando obsoletos. "
O mesmo vale para a demanda de codificadores em C e C ++, diz Lions.
"O mundo inteiro foi para Java ou .Net. Você ainda encontra codificadores C ++ em empresas financeiras porque seus sistemas são construídos sobre isso, mas eles estão desaparecendo. "
Da mesma forma, Smalltalk, Flex e Pascal eram todas as línguas comumente usadas ao mesmo tempo, observa Geoffrey Bourne, CTO do local de trabalho Ladders.
"Mas passaram rapidamente de linguagens populares para serem apenas úteis para a manutenção de sistemas mais antigos", acrescenta. "Engenheiros e programadores precisam aprender continuamente novos idiomas, ou estarão condenadas a manterem sistemas em vez de criarem novos produtos."
Julia Silge, cientista de dados da comunidade de programadores online Stack Overflow, diz que ver o que os profissionais de tecnologia estão falando sobre as perguntas e respostas do site  é uma boa maneira de desenvolver novas linguagens e habilidades.
Alguns anos atrás, quando Silge percebeu que Ruby on Rails estava aparecendo nas tags de Q & A, mais freqüentemente nos dias de semana do que nos fins de semana, ela percebeu uma mudança clara. A linguagem preferida pelos desenvolvedores em seu tempo livre havia se tornado mainstream.
Hoje, ela diz, a demanda por habilidades em PHP, WordPress e LAMP estão vendo um declínio constante, enquanto novos quadros e linguagens como React, Angular e Scala estão em ascensão.
Mas o domínio de linguagens é um alvo constante, observa Bob Melk, presidente do site de carreiras Dice.
"Neste momento, Java e Python estão muito quentes", diz. "Em cinco anos, no entanto, podem não estar." "Que linguagens de programação podem superá-las?" O tempo dirá. A chave é ficar no topo dos dados.
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Administradores de sistemas também estão acabando
Graças à imensa migração para a nuvem, as listas de empregos que envolvem a manutenção da infraestrutura de TI, como engenheiro de rede ou administrador de sistemas, estão tendendo para baixo, observa Terence Chiu, vice-presidente do site Careers Prime. Mas em vez de desaparecer inteiramente, alguns trabalhos de administração estão migrando da TI para outras áreas da organização.
"Anteriormente, os candidatos a emprego com alta demanda de habilidades técnicas e experiência foram contratados principalmente em departamentos de TI", diz ele. "Atualmente, os conjuntos tradicionais de habilidades de TI estão em demanda em uma ampla variedade de departamentos - desde a engenharia e gerenciamento de produtos até a inteligência de negócios e até mesmo o design."
Em vez de ficar à espreita na sala de servidores, muitos administradores de sistemas podem ser encontrados em departamentos de marketing ou de vendas que gerenciam as implementações de CRM de suas empresas, observa Stanger da CompTIA. Mas ele acrescenta que os administradores de TI ainda podem permanecer relevantes ao sintonizar suas habilidades para a era cloud-mobility-IoT .
"Como para que tudo isso funcione são necessários acordos de nível de serviço, o trabalho do administrador do sistema será gerenciar os fornecedores de nuvem", diz ele. "Isso significa que eles vão precisar da capacidade de ler através de um contrato, entender as ramificações, e transformar linguagem técnica em algo que os gerentes de negócios consigam entender."
Por sua vez, os administradores de rede que quiserem permanecer relevantes ​​precisam se acostumar com a arquitetura em nuvem, diz Melk. Na pesquisa Dice 2017 , os salários dos especialistas em redes e armazenamento subiram mais rápido do que o de qualquer outro trabalho de TI - mas apenas para aqueles que conheciam bem a nuvem.
"Administradores que só sabem lidar com roteadores e hardware de rede devem evoluir para conhecimentos baseados em nuvem e SDN", diz ele.
O mesmo vale para os administradores de banco de dados da velha escola, observa Todd Loeppke, CTO na Sungard Availability Services.
"O banco de dados como um serviço minimizou a necessidade de cada departamento de TI ter um administrador de banco de dados", diz ele. "DBAs ainda são necessários, apenas não muitos. Se eu fosse um DBA Informix nos últimos 20 anos e não tivesse interesse em aprender a modernizar minhas habilidades, então eu vou estaria significativamente limitando minhas opções.
labirinto
Definitivamente, o trabalho está encolhendo
Outros trabalhos quentes em tecnologia, em algum momento, não estão morrendo, mas estão encolhendo. Papéis que antes eram uma ocupação em tempo integral passaram a fazer parte de um portfólio de habilidades, graças em grande parte a ferramentas mais sofisticadas que simplificam e automatizam.
Ao mesmo tempo, o webmaster, especialista em SEO e estrategista de mídia social passaram a fazer parte das responsabilidades do cotidiano de um profissional de marketing.
Uma transformação semelhante está acontecendo agora com a análise de dados. Todos os dias, o mercado de trabalho de  Big Data fica um pouco menor.
"Há dois ou três anos, todos a demanda por profissionais de Big Data estava em toda parte", diz John Reed, diretor executivo sênior da Robert Half Technology. "Nós realmente não ouvimos mais esse termo. Agora são apenas dados. As empresas que identificaram a sua estratégia e colocaram a sua tecnologia e seus dashboards em uso, não precisam mais recrutar um bando de engenheiros de Big Data.
Embora os dados sejam mais importantes do que nunca, as ferramentas usadas para compreendê-los e manipulá-los estão melhorando ainda mais rapidamente.
"Agora, a maioria dos cientistas de dados tem um Ph.D para fazer o seu trabalho", diz um profissional da Stack Overflow. "Em cinco a 10 anos, muitas pessoas que fazem o que eu faço terão bacharelado e treinamento mais especializado."
Gurus de banco de dados também poderiam estender suas carreiras, tornando-se analistas de dados, sugere Jim Isaak, um ex-presidente da IEEE Computer Society que trabalhou para DEC, IBM e Intel por mais de 30 anos.
"Mas cada campo tem uma janela", observa. "A análise de dados está explodindo hoje e, provavelmente, montando a crista da onda. Dez anos a partir de agora eu tenho certeza que as habilidades serão importantes, mas você provavelmente não estaria trabalhando para a mesma empresa ou teria o mesmo cargo ".
Quente hoje, em baixa amanhã
Agora, os trabalhos mais quentes estão mirando od desenvolvedores, sejam eles de front-end, back-end, móvel ou tudo isso junto, diz Chiu, da Careers Prime.
Mas isso pode mudar relativamente rápido graças às melhorias da Inteligência Artificial, adverte PK Agarwal, da Northeastern University-Silicon Valley, que oferece programas de certificação e de graduação em negócios, gerenciamento e tecnologia para profissionais corporativos.
"Se eu visse uma bola de cristal, diria que não acho que o mundo vai precisar de tantos codificadores depois de 2020", observa Agarwal. "Noventa por cento da codificação está pegando algumas especificações de negócios e traduzindo-as em lógica de computador. Isso é algo que a aprendizagem de máquina e AI low-end farão."
Um outro trabalho quente que deve esfriar é o de engenheiro de IoT, acrescenta Isaak. Agora os técnicos que sabem escrever sistemas operacionais para dispositivos de IoT têm amplas oportunidades. Em alguns anos, quando o mercado de IoT estiver maduro, eles poderão ser desnecessários.
"O que aconteceu com o PC nos anos 80 também vai acontecer com o IoT", diz ele. "Naquela época havia centenas de alternativas: o Sinclair, o TRS 80, e assim por diante. Em alguns anos nos concentramos todos em dois mundo: IBM e Apple. Veremos o mesmo acontecer com IoT. Se você quer uma carreira em IoT, você vai querer manter seus olhos acima da água para ver quais serão as oportunidades futuras.
Aprenda ou mova-se
Sua melhor defesa contra encontrar-se preso em um beco sem saída no mercado de trabalho é abraçar novas tecnologias e nunca parar de aprender, diz Agarwal.
"Você consegue se reinventar? Você pode ter o conhecimento que você tem e passar para a próxima geração? Aprendizagem ao longo da vida será a chave para os profissionais de TI", diz ele.
O desenvolvimento contínuo de habilidades pode abrir um mundo de possibilidades para profissionais de tecnologia, acrescenta Melk Dice.
"Nós não acreditamos que exista tal coisa como um" trabalho sem saída "na TI", diz ele. "Mas os trabalhos estão mudando o tempo todo, e isso é um verdadeiro ponto de dor para os profissionais de tecnologia. As habilidades que aprenderam na faculdade e construíram ao longo do tempo ainda podem ser relevante, mas elas precisam ser atualizadas e estendidas.
Tech está em constante evolução.  Se você quiser evitar bater um beco sem saída na sua carreira, precisa estar também
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