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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Critical Code Injection Flaw In Gnome File Manager Leaves Linux Users Open to Hacking

Swati Khandelwal
Em 19/07/2017 no site The Hacker News



linux-gnome-vulnerability
A security researcher has discovered a code injection vulnerability in the thumbnail handler component of GNOME Files file manager that could allow hackers to execute malicious code on targeted Linux machines.

Dubbed Bad Taste, the vulnerability (CVE-2017-11421) was discovered by German researcher Nils Dagsson Moskopp, who also released proof-of-concept code on his blog to demonstrate the vulnerability.

The code injection vulnerability resides in "gnome-exe-thumbnailer" — a tool to generate thumbnails from Windows executable files (.exe/.msi/.dll/.lnk) for GNOME, which requires users to have Wine application installed on their systems to open it.

Those who are unaware, Wine is a free and open-source software that allows Windows applications to run on the Linux operating system.

Moskopp discovered that while navigating to a directory containing the .msi file, GNOME Files takes the filename as an executable input and run it in order to create an image thumbnail.

For successful exploitation of the vulnerability, an attacker can send a crafted Windows installer (MSI) file with malicious VBScript code in its filename, which if downloaded on a vulnerable system would compromise the machine without further user interaction.
"Instead of parsing an MSI file to get its version number, this code creates a script containing the filename for which a thumbnail should be shown and executes that using Wine," Moskopp explains while demonstrating his PoC. 
"The script is constructed using a template, which makes it possible to embed VBScript in a filename and trigger its execution."
The flaw can be exploited by potential hackers using other attack vectors as well, for example, by directly inserting a USB-drive with a malicious file stored on it, or delivering the malicious file via drive-by-downloads.

How to Protect Yourself from Bad Taste


Moskopp reported the vulnerability to the GNOME Project and the Debian Project. Both of them patched the vulnerability in the gnome-exe-thumbnailer file.

The vulnerability affects gnome-exe-thumbnailer before 0.9.5 version. So, if you run a Linux OS with the GNOME desktop, check for updates immediately before you become affected by this critical vulnerability.

Meanwhile, Moskopp also advised users to:

  • Delete all files in /usr/share/thumbnailers.
  • Do not use GNOME Files.
  • Uninstall any software that facilitates automatically execution of filenames as code.

Moskopp also advised developers to not use "bug-ridden ad-hoc parsers" to parse files, to "fully recognise inputs before processing them," and to use unparsers, instead of templates.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Vulnerabilidades são encontradas no Tizen, sistema da Samsung para TV e celular

PorRedação iMasters em

Segundo o pesquisador de segurança Amihai Neiderman, o Tizen, sistema operacional proprietário da Samsung baseado em Linux e que opera de Smart TVs a smartphones da empresa, possui dezenas de vulnerabilidades. A Samsung não confirmou as falhas, mas garantiu que tem fornecido updates periódicos em produtos com Tizen OS.
“Eu encontrei mais de 40 vulnerabilidades diferentes no Tizen. Algumas afetam todas as versões do sistema. Analisei as que afetam smartphones e também Smart TVs”, disse Neiderman.
O Tizen é um sistema operacional de código aberto baseado em Linux e desenvolvido pela Linux Foundation e Samsung em parceria com Intel e Panasonic. O objetivo é tornar as empresas menos dependentes do Android, pelo menos em celulares e TVs.
Neiderman afirma ter invadido uma Smart TV da Samsung usando falhas encontradas no aplicativo Tizen Store, uma loja de apps para os televisores. Ele explicou que a loja de aplicativos tem privilégios de operação como instalar outros apps. Exploradas as falhas nessa aplicação, é possível usar esses privilégios para introduzir códigos maliciosos e controlar o dispositivo remotamente.
Com as vulnerabilidades encontradas, criminosos poderiam assumir o controle de dispositivos Tizen à distância, sem que fosse preciso estar próximo fisicamente do aparelho. Atualmente, Neiderman é chefe do setor de pesquisas da Equus Software em Israel, cujo foco maior são os problemas encontrados no Android. Entretanto, o especialista começou a analisar o código do Tizen há oito meses. Ele não chegou a desenvolver apps para o sistema, mas se aprofundou nas falhas após comprar uma Smart TV. Além disso, ele constatou que, via acesso remoto, em Smarts TVs, é possível que hackers tenham acesso não só a câmeras de videochamadas, como também a dados de pagamento de serviços de assinatura como Netflix e PlayStation Network.
A pesquisa do especialista revelou que, atualmente, o Tizen OS roda em mais de 30 milhões Smart TVs e está disponível em smartphones da linha Samsung Z1, Z2 e Z3 (vendidos em países como Rússia, Índia e Bangladesh), nos smartwatches da Samsung e wearables (dispositivos vestíveis) da linha Samsung Gear, smart câmeras da família NX e em outros produtos de reprodução de mídia em carros e eletrodomésticos como ar condicionado, aspirador de pó, máquina de lavar e geladeiras.
Com o Tizen fazendo parte da rotina de milhões de usuários em diferentes tipos de dispositivos dentro e fora de casa, as vulnerabilidades do software também podem causar uma corrida ao ouro. Assim como o Windows (Microsoft) e o Android (Google), o Tizen está se tornando um sistema operacional de “grande público”, o que desperta o interesse de hackers em atingir um volume cada vez maior de vítimas, alertou o site Techtudo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Artigo CIO: Cuidado não e porque você não usa internet das coisas que você esta protegido

Carlos Rodrigues *
Publicada em 23 de novembro de 2016 às 10h50

No último mês, a empresa fornecedora de serviços de DNS Dyn sofreu um ataque que prejudicou serviços como Airbnb, Netflix, Paypal, Spotify e Twitter, entre outros. O protagonista da ação foi o malware Mirai, que tira vantagens de uma série de vulnerabilidades de dispositivos de internet das coisas para comprometer aqueles que usam configurações de fábrica ou credenciais de acesso com senhas estáticas.
A falta de dispositivos de internet das coisas em uma empresa não é garantia de que um malware desse tipo não possa se aproveitar desses mesmos erros de segurança. Várias vulnerabilidades já encontradas em câmeras WiFi, por exemplo, também aparecem em uma série de equipamentos simples de classe empresarial.
Conheça dois erros que colocam os negócios em risco:
 1 - Perímetro desprotegido
Este ano, a Cisco divulgou uma vulnerabilidade conhecida como ExtraBacon, que permitia à hackers a execução de códigos remotamente em um de seus produtos de firewall. Em julho, uma vulnerabilidade do tipo zero-day em um produto da Juniper permitia que hackers monitorassem o tráfego interno da rede.
Mais preocupante que isso talvez seja o potencial dos hackers de atacar o firmware – o código de hardware do qual roteadores, telefones, laptops e outros gadgets dependem. Como o firmware não é assinado digitalmente, os hackers podem alterá-lo para conter um malware especial para tomar o dispositivo.
Um funcionário de uma empresa de data center trabalhando para um grupo de cibercriminosos pode carregar o firmware com malware em um roteador, por exemplo. Um grupo de cibercriminosos pode ainda atacar o site de um fabricante de roteadores e trocar um bom firmware por uma versão maliciosa que pode ser baixada por milhares de roteadores e firewalls.
Diante dessas vulnerabilidades, o perímetro acaba em perigo e as ferramentas de defesa podem fazer muito pouco por esse tipo de problema.
2 - Configurações de fábrica
É comum vermos consumidores tratando seus roteadores e outros dispositivos conectados à internet como torradeiras ou outros eletrodomésticos – plugam na tomada e esquecem.
Infelizmente, mesmo os roteadores mais fáceis de usar e livres de manutenção precisam de atenção, incluindo a mudança das configurações de fábrica para adicionar senhas mais complexas.
Quando esse tipo de comportamento é adotado nas empresas, as consequências podem ser graves. Em 2014, por exemplo, a Verizon notou, em ataques a pontos de venda, que os hackers escaneiam portas públicas e então adivinham senhas fracas para o servidor ou dispositivo de ponto de venda – incluindo aqueles com senhas nunca antes alteradas e senhas óbvias como “admin1234”.
Os hackers sempre vão tirar vantagem de softwares corporativos internos com configurações de fábrica nunca alteradas. Infelizmente, isso é algo comum. A TI vive sob pressão para manter o funcionamento rápido de aplicações e sistemas e, por isso, contas com configurações de fábrica e senhas falsas são mantidas em atividade por uma questão de conveniência.
Por isso, além de contar com um plano para quando os hackers ultrapassarem suas primeiras linhas de defesa, também é importante contar com controles de segurança para monitorar e detectar invasores.

 (*) Carlos Rodrigues é gerente regional da Varonis na América Latina
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